
A Primeira Igreja Batista Em Miracema, na direção do Pastor Francisco Jucá, está fazendo uma campanha para arrecadar donativos para as vítimas da enchente em Pádua.







O município de Santo Antônio de Pádua, localizado no noroeste do Estado do Rio de Janeiro começou a enfrentar uma das mais graves enchentes de sua história.
O Rio Pomba, que nasce no estado de Minas Gerais e corta a cidade, subiu 4,5 metros acima de seu leito normal. A maioria dos bairros e o centro da cidade estão submersos.
A expectativa é de que o volume de água aumente, já que continua a chover forte na região. A prefeitura ajuda os moradores das regiões mais afetadas a retirarem móveis e outros pertences, levando para regiões seguras. Este trabalho começou na noite de terça-feira (16), como uma atuação preventiva. Não existe um número oficial de desabrigados e não foram registradas mortes até o momento.

Olhem esse carro estacionado em frente ao Colégio Barão de Tefé! dia 17/12/08

Agora olhem como o nível da água subiu e cobre o carro.



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Pádua enfrenta segunda pior enchente de sua história
Rio Pomba está 4,5 metros acima do nível normal
A cidade de Santo Antônio de Pádua, no noroeste fluminense, enfrenta a segunda pior enchente de sua história.
A chuva está caindo, ininterruptamente, na região noroeste do Estado do Rio e na Zona da Mata de Minas Gerais. O Rio Pomba começou a transbordar na madrugada de hoje, 17/12, e a água subiu rapidamente, atingindo, até o início da tarde, 4,5 metros acima do nível normal. Em 1979, quando o município registrou a pior enchente de sua história, o Pomba atingiu 6,5 metros acima do nível. A expectativa é de que o nível do rio continue subindo. Isto porque a chuva ainda não cessou na região e nem em Cataguases (MG), onde o rio Pomba passa antes de chegar a Pádua. A represa de Cataguases já precisou ser aberta duas vezes, com isso, o volume de águas do Pomba deverá aumentar ainda mais.
A prefeitura municipal, através das secretarias de obras, transportes, promoção social, meio ambiente e defesa civil, estão ajudando os moradores das regiões mais afetadas a retirarem móveis e outros pertences, levando para regiões seguras. Este trabalho começou na noite de terça-feira, dia 16/12, como uma atuação preventiva, e prosseguiu durante todo o dia de hoje.
Ainda não se sabe o número de pessoas desalojadas em Santo Antônio de Pádua. O prefeito Luis Fernando Padilha Leite, em entrevista à Rádio Feliz, fez um apelo à comunidade, afirmando que esta é a hora de as pessoas se ajudarem mutuamente. Ele pediu também aos comerciantes para que possam doar alimentos aos que foram obrigados a sair de suas casas, deixando tudo para trás. “Vamos nos unir e trabalhar para ajudar o povo de nossa cidade, porque esta é a segunda pior enchente do município”, afirmou Nando.

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Populares ansiosos por notícias de familiares que não deixaram suas residências.

Dos muitos dramas que ouvimos hoje em Pádua, um deles chama mais a atenção. Era o de uma enfermeira, que trabalha na Casa de Saúde Santa Mônica. Ela contou e não quis se identificar, que todos os doentes da cidade estão lá. Pádua tem mais dois hospitais públicos, que foram atingidos pelas cheias. Com a superlotação, não há como atender todo mundo.

E pior, a Casa de Saúde está ilhada, como é o caso do Hospital Manoel Ferreira, que fica localizado num morro no centro da cidade. O Manoel Ferreira foi esvaziado porque não há como chegar ou sair de lá. Na Santa Mônica o acesso é através de pequenos barcos.
Ela contou que a dispensa da Casa de Saúde estava no fim e que os donativos ainda não chegaram. A cozinha de lá não dá conta de tanta gente, que precisa de atenção para viver e sobreviver.

Segundo essa enfermeira, a todo momento chegam barcos com doentes e pessoas passando mal por causa da emoção de perderem objetos e pertences. "O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil fazem a parte deles, depois que deixam lá, é tudo responsabilidade nossa", conta a profissional.

